Joalheria de Arte

A joalheria da antigüidade era representada por amuletos. A contemporânea é orientada por símbolos culturais e poéticos, de acordo com os desenvolvimentos em todos os setores de arte que, por sua vez, provém dos processos de evolução do homem. Essencial na poesia, a metáfora é a linguagem das imagens. Símbolos e metáforas diferem, mas se interligam, ao evocar e narrar. Para se avaliar a estética de uma jóia, que lida com as questões das artes liberais, considera-se a essência do design, buscando por estruturas poéticas tanto na concepção, quanto na composição da peça, e por elementos metafóricos ou simbólicos significativos. Na joalheria, materiais alternativos são experimentados na medida em que reafirmam as intenções nas mensagens artísticas. A primeira grande mostra de jóias contemporâneas foi em 1961 no Goldsmiths’ Hall de Londres. Essa exibição deu impulso ao movimento de que o uso de recursos alternativos na joalheria não se traduz em insignificância artística. Verificava-se na época, quanto mais valorosa fosse uma gema, menos imaginativa e estética era sua cravação, visando fins lucrativos. Falta de ouro e outros materiais preciosos na Alemanha Oriental, fizeram com que seus artistas recorressem aos sintéticos e reciclados para compor suas peças, como ocorrera no período Art Nouveau e Déco. O surgimento de algumas galerias só para jóias de arte foi oportuno, coincidindo com a atribuição de qualidades formais a essa joalheria.

Bazar&Cia - Correio da Bahia




Editorial inspirado no estilo futurista para comemorar os 40 anos que o homem pisou na lua!

Jornal - Correio da Bahia
Acessórios - Inês Martins
Produção - D'Malicuia

3 comentários:

Ludmila Guimarães disse...

Olá Inês!! Seu trabalho é Pura arte para Ter e Usar!!Parabéns e você vai longe!Add nos meus favoritos!Bjs!!

TPetz disse...

yr stuff's really cool... you're also very hot 8D

Supernova Produção e Design de moda! disse...

pirii vc arrasa!!